Proprietários

Perguntas frequentes

As perguntas que nos fazem.

Antes de ligar

O que muda na minha empresa?

Pouco, no primeiro ano. A equipa, os clientes e o local mantêm-se. Primeiro aprendemos como a empresa trabalha. O que se partilha com o grupo, como compras, sistemas e formação, entra depois, ao ritmo de cada empresa.

E os meus colaboradores?

Não compramos empresas para cortar equipas. A venda não mexe nos contratos: o empregador continua a ser a mesma empresa, com a mesma antiguidade e as mesmas condições. Numa empresa destas, o valor está nas pessoas.

O nome mantém-se?

No início, sim. O nome tem valor junto dos clientes e não se muda de ânimo leve. À medida que o grupo crescer, as empresas poderão vir a juntar-se sob uma marca comum, e é uma decisão que se prepara com tempo e com quem lá está.

É confidencial?

Sim. Cada conversa é reservada, desde o primeiro contacto, e nada é partilhado sem o seu acordo.

Compram a empresa toda?

Sim, na totalidade. Parte do preço é normalmente paga nos anos seguintes, e para quem fica na empresa durante a transição essa parte está ligada a esse período. Os termos ficam escritos desde a carta de intenções.

Recebi um email vosso. Para que é?

Para saber se um dia faria sentido vender-nos a sua empresa. Compramos empresas para as manter. Não financiamos nem somos intermediários. Explicamos tudo em Recebeu um email nosso?

Já compraram alguma empresa?

Assinámos a primeira carta de intenções em setembro e contamos concluir a compra até ao fim do ano. Não dizemos qual é a empresa: a confidencialidade que lhe prometemos a si, cumprimo-la com os outros.

Quem vos financia?

Investimos com o nosso capital e o de um grupo restrito de investidores privados, e com bancos portugueses.

Posso ligar sem dizer o nome da empresa?

Pode. A primeira conversa é reservada, não lhe pedimos documentos e não fica registo além do que nos disser.

Como começamos?

Ligue ao Pedro, para o +351 918 330 399, ou escreva-nos.

Quanto vale a minha empresa?

Ninguém lho pode dizer sem ver as contas.

O valor sai de duas coisas: o resultado normalizado da empresa, e um fator aplicado a esse resultado. Quase toda a discussão séria é sobre a primeira. Normalizar significa retirar o que é seu e não da empresa, e acrescentar o custo de contratar quem faça o que hoje faz de graça. Em empresas desta dimensão essas correções movem o resultado com frequência em mais de 30%, nos dois sentidos.

Depois disso ainda há passos entre o valor da empresa e o dinheiro que lhe chega à conta no fecho: a dívida e a caixa à data do fecho, o fundo de maneio com que a empresa é entregue, e a parte do preço que é paga nos anos seguintes.

Propomo-nos ver as contas e pôr cedo por escrito um valor indicativo, antes de lhe pedir semanas de trabalho.

Durante a venda

Quanto tempo demora?

Entre quatro e oito meses. O que decide são os sócios de acordo, o imóvel separado do que é da empresa, as contas em ordem, e a rapidez das respostas de parte a parte.

A primeira conversa leva uma a duas horas. A fase que mais lhe pesa é a de análise, e são seis a dez semanas. Pode parar em qualquer altura até assinar.

Tenho de dizer aos meus colaboradores?

Quando quiser.

Numa venda de quotas o empregador não muda: a sociedade é a mesma, os contratos são os mesmos e nada tem de ser comunicado aos trabalhadores por causa da mudança de sócios. Se em vez disso a operação for um trespasse ou uma venda de ativos, as regras são outras e são mais exigentes. Confirme com o seu advogado.

Na prática, a maior parte dos proprietários conta à equipa depois de o contrato estar assinado, pessoalmente, e no mesmo dia ou nos dias seguintes. Não lhe vamos pedir para falar com os seus colaboradores antes disso. Durante a análise só precisaremos de saber, no papel, quem são os responsáveis de obra, há quanto tempo estão consigo, e como está pensada a sucessão de cada um.

Quando chegar essa altura, se lhe for útil, estaremos na empresa no dia em que contar, para responder às perguntas que forem para nós e não para si.

Posso vender só uma parte?

Compramos a totalidade das quotas. Parte do preço é normalmente paga nos anos seguintes, e os termos ficam escritos no contrato desde o início. Fale com o seu contabilista certificado antes de decidir, porque a forma da operação muda o que fica depois de impostos.

E se mudar de ideias?

Pode parar até ao dia em que assinar o contrato de compra e venda. Até lá, o que muda é só quanto trabalho já foi feito.

Na primeira conversa e até haver o nosso valor por escrito, não custa nada e não há obrigação nenhuma de parte a parte. O acordo de confidencialidade que se assina antes de vermos contas obriga ao sigilo, e não a vender.

A carta de intenções também não o obriga a vender. Obriga a duas coisas: ao sigilo, e a não falar com outros compradores durante um prazo, que tem de ter data. Parar aí custa-lhe o tempo que investiu, e mais nada.

A partir do momento em que a análise começa, há dinheiro a ser gasto por alguém, e por isso quem paga o quê fica acordado por escrito antes de haver custos, e não a meio. Se parar depois disso, deve a sua parte do trabalho que já tiver sido feito, e nada além disso.

Depois de assinado o contrato, deixa de poder parar sem consequência, e o que a consequência é está escrito no próprio contrato, em números, antes de o assinar.

O que acontece se não avançarmos?

A maior parte das conversas não avança.

Se pararmos, tudo o que nos tiver entregado é devolvido ou destruído, à sua escolha, e confirmamo-lo por escrito. Isso inclui contas, contratos, listas de clientes e mapas de pessoal. As análises que tivermos feito a partir desses documentos são destruídas com eles.

Duas exceções. Fica o que já era público antes de falarmos, porque não veio de si. E os assessores que tiverem trabalhado no processo mantêm o seu próprio processo pelo período a que as regras da profissão os obrigam.

Não voltamos a contactá-lo sobre a venda sem que nos diga que sim, e nada do que soubermos é usado para qualquer outro fim.

Depois da venda

Posso continuar envolvido?

Contamos consigo durante a transição, normalmente dois a três anos, para passar o que sabe a quem fica. Depois disso, pode afastar-se, ou combinarmos consigo que continue ligado, como conselheiro ou a encontrar connosco as empresas seguintes. O que combinarmos fica escrito antes do fecho.

Fale com o Pedro

Pedro Teixeira Duarte, Presidente do Grupo Cerne

Pedro Teixeira Duarte

Presidente

+351 918 330 399

pedro@grupocerne.pt

Do primeiro telefonema à assinatura, é o Pedro quem fala consigo. Pode ligar sem dizer o nome da empresa: a primeira conversa é reservada e não obriga a nada.

Uma casa permanente para a empresa que construiu.

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