Proprietários

O nosso processo

Como decorre uma venda connosco, ao ritmo que definir.

  1. Uma primeira conversa

    Reunimos, sem compromisso de parte a parte. Fala-nos da empresa, e nós dizemos-lhe se é o tipo de empresa que procuramos. A maioria das primeiras conversas não tem seguimento.

    Uma a duas horas, uma vez. Não traga documentos, não precisa de preparar números e não é preciso assinar nada para termos esta conversa. Damos-lhe a nossa resposta, seja ela qual for, normalmente dentro de duas semanas.

  2. Um valor por escrito

    Havendo interesse de ambas as partes, colocamos por escrito um valor indicativo e os termos em que compraríamos, desde cedo, antes de dedicar semanas ao processo. O preço final parte desse valor, acerta-se pela caixa e pela dívida à data do fecho, e só se afasta dele se a análise mostrar uma empresa diferente da que nos foi descrita.

    Três a seis semanas desde a primeira conversa até ter o valor por escrito. Custa-lhe uma segunda reunião e uma lista curta de perguntas, quase toda respondida com documentos que já existem. As contas detalhadas ainda não são precisas nesta fase. É também aqui que se assina o acordo de confidencialidade, antes de olharmos para as primeiras contas.

  3. Conhecer a empresa

    Dedicamos um período curto a compreender bem a empresa: as contas, os clientes, a forma como o trabalho é feito.

    Seis a dez semanas, e começa depois de assinada a carta de intenções. É a fase que mais lhe pesa: um dia inteiro connosco, nas instalações e numa obra, na data que lhe for mais conveniente. Duas ou três reuniões curtas com quem lhe faz a contabilidade. O resto é reunir documentos que já existem, e essa parte não tem de ser sua.

  4. Um preço justo, termos claros

    Compramos a empresa na totalidade. Parte do preço é normalmente paga nos anos seguintes, ligada à transição.

    Quatro a seis semanas, sobrepostas ao fim da fase anterior, e quase todas com o seu advogado ao lado. Duas coisas ficam fechadas nesta fase: como se acerta o preço à data do fecho, e o que sai da empresa antes dele, sabendo que o que sair ajusta o preço no mesmo valor.

  5. Continuidade no fecho

    Quando concluímos, a equipa, os clientes e o local ficam. No primeiro dia muda o mínimo que conseguirmos, e o que vier a mudar depois conversa-se primeiro com quem lá está.

    Duas a três semanas a fechar condições, e depois uma manhã. É contrato e registo: uma venda de quotas faz-se por documento particular, assina-se e fecha-se no mesmo dia, e regista-se na conservatória dentro dos dois meses seguintes. Fica normalmente por acertar uma conta de tesouraria, calculada nos dois a três meses a seguir, e o valor em causa fica retido até estar fechada.

  6. Os anos seguintes

    Não compramos para vender. A empresa passa a integrar um grupo de empresas que tencionamos manter, e aquilo que lhe prometermos sobre os anos seguintes seremos nós, ainda cá, a ter de cumprir.

    O seu papel depois da venda está em A continuidade da sua empresa.

    No primeiro mês muda pouco, mas muda: passamos a responder pela empresa, entramos na gerência, e passa a haver um relatório mensal de vendas, resultados e tesouraria. Nos anos da transição trabalhamos lado a lado consigo, e o seu papel e o calendário ficam combinados por escrito antes do fecho.

O que encurta e o que alonga

Entre quatro e oito meses da primeira conversa à assinatura.

Encurta-o ter as contas dos três últimos exercícios fechadas e revistas por alguém de fora, ter uma só pessoa a decidir ou todos os sócios já de acordo, e ter o imóvel e as viaturas já separados do que é da empresa. Alonga-o o inverso: sócios que ainda têm de se entender, uma fração a destacar, contas que precisam de ser reconstruídas antes de poderem ser analisadas, e uma questão fiscal ou laboral que tenha de ser quantificada antes de alguém a poder assumir.

E alonga-o, sempre, o mês em que a empresa está no pico do trabalho.

Confidencialidade

Do primeiro telefonema à assinatura, quem fala consigo é o Pedro.

Na primeira conversa não sai nada de sua casa: não lhe pediremos documentos e não ficará registo nenhum além do que nos disser. Antes de vermos as primeiras contas, assina-se um acordo de confidencialidade, e assinam-no os dois lados. Na fase de análise veem as suas contas quem revê os resultados e quem revê os contratos, cada um obrigado por escrito.

Os seus colaboradores, os seus clientes e os seus fornecedores não serão contactados sem si. Se em algum momento fizer sentido falar com um cliente, a apresentação é sua.

O que nunca fazemos

Não montamos um leilão, e não andamos com as suas contas de porta em porta.

Nesta dimensão, a lista de compradores possíveis é sobretudo de concorrentes seus.

Por isso não lhe pedimos que abdique de concorrência. Só lhe pedimos exclusividade depois de ter um valor nosso por escrito. Se, tendo-o, quiser ir ao mercado, é uma decisão legítima.

Uma primeira conversa é reservada e não implica qualquer compromisso.

Fale com o Pedro

Pedro Teixeira Duarte, Presidente do Grupo Cerne

Pedro Teixeira Duarte

Presidente

+351 918 330 399

pedro@grupocerne.pt

Do primeiro telefonema à assinatura, é o Pedro quem fala consigo. Pode ligar sem dizer o nome da empresa: a primeira conversa é reservada e não obriga a nada.

Uma casa permanente para a empresa que construiu.

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