Como uma empresa entrará
Começará por uma conversa reservada. Se fizer sentido, pomos cedo por escrito um valor indicativo, antes de pedirmos semanas ao proprietário. O preço final parte desse valor, acerta-se pela caixa e pela dívida à data do fecho, e só se afasta dele se a análise mostrar uma empresa diferente da que nos foi descrita.
O caminho passo a passo está em O nosso processo.
O que fica
Quando concluirmos, a equipa, os clientes e o local ficam. No primeiro ano muda pouco: primeiro aprendemos como a empresa trabalha. Depois partilhamos com o grupo o que a ajuda, como compras, sistemas e formação de técnicos, ao ritmo de cada empresa. A relação com os clientes continua a ser de quem a construiu.
- A equipa
- Os clientes
- O local
O que o grupo partilha
O centro será pequeno. Porá capital onde a empresa sozinha não conseguiria pô-lo: a saída do proprietário, uma carrinha, uma oficina, um equipamento, um contrato que exija garantia bancária. Negociará à escala do grupo aquilo que é caro de negociar sozinho, compras, seguros, financiamento e sistemas, e o que se poupar conta nos resultados da empresa que o gerou. E ajudará no que ninguém gosta de fazer sozinho, sobretudo encontrar, formar e segurar técnicos. Tudo isto entra aos poucos, e só onde ajuda a empresa. À medida que o grupo crescer, as empresas de uma mesma região passarão a partilhar uma estrutura comum para orçamentar e planear o trabalho das equipas, e cada empresa continua a responder pelos seus clientes e pelos seus resultados.
Fará
- Capital
- Sucessão
- Compras
- Sistemas
- Recrutamento
- Seguros
- Financiamento
Nunca fará
- Trocar a equipa
- Desmembrar a empresa
- Comprar para revender
Não compramos para vender. A empresa passa a integrar um grupo de empresas que tencionamos manter, e aquilo que lhe prometermos sobre os anos seguintes seremos nós, ainda cá, a ter de cumprir.
Quem gerirá a empresa depois da venda
Passamos a responder pela empresa desde o primeiro dia. O proprietário fica connosco durante a transição, normalmente dois a três anos, para passar o que sabe a quem fica, e os termos desse período ficam escritos antes do fecho.
O papel do proprietário depois da transição está em A continuidade da sua empresa.
A nossa tarefa nesses anos é preparar, com quem lá está, quem dirige a empresa a seguir. Sempre que possível será alguém de dentro, que a equipa e os clientes já conhecem. Onde essa pessoa não existir, encontrá-la é tarefa nossa, antes de o proprietário sair. O que ficará connosco será dito por escrito: aprovar o plano do ano e os investimentos maiores, decidir o destino do dinheiro que a empresa gerar, e escolher quem a dirige. No primeiro ano estaremos muito presentes, e um de nós pode assumir a gestão executiva ao lado do proprietário. Nos anos seguintes, menos.