Capital de longo prazo
O Grupo Cerne é detido pelos dois sócios que o gerem.
A sociedade não tem duração definida, e não compramos empresas para as vender. Damos liquidez a quem investe por uma via pensada para não passar pela venda das empresas: como numa empresa cotada, quem detém o capital pode mudar ao longo dos anos, e o grupo e as empresas ficam.
O capital que nos apoia entra no grupo, e não numa operação isolada.
Como investimos
| Setor | Climatização, eletricidade e canalização |
|---|---|
| Faturação | Entre 3 e 20 milhões anuais |
| Onde | Portugal |
| Estrutura | Aquisição da totalidade do capital social. Parte do preço pode ser paga nos anos seguintes |
| Situação | Um proprietário a decidir o que vem a seguir: sucessão, liquidez, a saída de um sócio, ou herdeiros que não querem gerir |
Um preço justo é um preço que a empresa consegue suportar depois de nós já lá estarmos. Partimos das contas dos últimos anos, separamos o que é do dono do que é da empresa, e olhamos para o que se repete todos os anos e não para o melhor ano. Se o preço só se justifica com um pressuposto otimista, está errado, e mudamos o preço. Investimos com o nosso capital e o de um grupo restrito de investidores privados, e com bancos portugueses. O crédito é dimensionado para que a empresa continue a comprar carrinhas e a contratar aprendizes no ano seguinte. Preferimos perder um negócio a fechá-lo com uma conta que só resulta se tudo correr bem.
Não compramos empresas para as recuperar. Procuramos empresas que já funcionam bem e ajudamo-las a crescer.
Como decidimos entre os dois
Cada um de nós tem a sua área e resolve o dia a dia sem pedir licença ao outro. Comprar uma empresa, e a que preço, não é dessas decisões: nenhuma compra avança sem que os dois estejamos convencidos. Se um de nós não estiver, não avançamos.
Documentação
Não estamos a angariar capital através deste sítio, e não encontrará aqui projeções. A documentação não é pública.