A continuidade da sua empresa
Há uma altura em que a pergunta deixa de ser como fazer a empresa crescer e passa a ser o que lhe vai acontecer.
Razões para vender que ouvimos
- Uma sucessão sem sucessor
- Querer liquidez sem deixar de trabalhar
- Um sócio que sai enquanto o outro fica
- Herdeiros que não querem gerir
- Risco concentrado numa só empresa
- Um ciclo de investimento que o dono não quer financiar
Os caminhos possíveis
Quando não há um sucessor claro, há normalmente cinco caminhos: passar a empresa a um familiar, vendê-la a quem já a dirige, vendê-la a um concorrente ou a um grupo do setor, vendê-la a um comprador financeiro, ou encerrar.
A decisão certa depende de coisas que só o proprietário sabe: a idade dos filhos, a solidez da equipa e a vontade que ainda tem de trabalhar.
O que muda e o que não muda
No primeiro ano muda pouco: primeiro aprendemos como a empresa trabalha, e o que se partilha com o grupo entra depois, ao ritmo de cada empresa.
Não muda
- A equipa
- O local
- Os clientes
Muda
- O capital
- Quem responde pela empresa
- A sucessão, preparada
- Apoio em compras
- Sistemas
- Recrutamento
- Seguros
O seu papel depois da venda
Contamos consigo durante a transição, normalmente dois a três anos, para passar o que sabe e preparar connosco quem dirige a empresa a seguir. Depois disso, combinamos consigo o que faz sentido:
- Afastar-se, com a empresa entregue a quem a conhece
- Continuar ligado, como conselheiro
- Juntar-se a nós a encontrar as empresas seguintes
O que combinarmos sobre o seu papel fica escrito antes do fecho.
Faturação, setor e geografia, em números, e as situações que ouvimos: veja o que procuramos.
Nada disto lhe pede uma decisão, e não precisamos de resposta nenhuma agora. Quando quiser pensar a sua em voz alta, telefone.
Fale com o Pedro

Pedro Teixeira Duarte
Presidente
Do primeiro telefonema à assinatura, é o Pedro quem fala consigo. Pode ligar sem dizer o nome da empresa: a primeira conversa é reservada e não obriga a nada.