Como funciona uma venda
Vender a empresa que construiu não é uma transação como as outras, e não a tratamos como tal. O que se segue é a forma como costuma decorrer uma conversa connosco — sem pressa, e ao ritmo que definir. Pode parar quando quiser.
I · Uma primeira conversa
Reunimos, sem compromisso de parte a parte. Fala-nos da empresa; dizemos-lhe com honestidade se é o tipo de empresa que procuramos. A maioria das primeiras conversas não tem seguimento — e isso é perfeitamente natural.
II · Uma manifestação de interesse simples
Havendo interesse de ambas as partes, colocamos por escrito quanto acreditamos que a empresa vale e em que termos — em linguagem clara e desde cedo, antes de dedicar semanas ao processo. Não será conduzido para descobrir, no fim, que o preço baixou.
III · Conhecer a empresa
Dedicamos um período curto a compreender bem a empresa: as contas, os clientes, a forma como o trabalho é feito. Somos cuidadosos com o seu tempo e com os seus colaboradores, e mantemos o processo tão leve quanto a honestidade permite.
IV · Um preço justo, termos claros
Acordamos um preço justo e termos que compreende. Não manipulamos os números nem endividamos a empresa para garantir o nosso retorno. Normalmente compramos a empresa na totalidade; se preferir manter uma participação ou ser pago ao longo do tempo, podemos também acordar isso.
V · Continuidade no fecho
Quando concluímos, a equipa fica, a localização fica e — em quase todos os casos — o nome fica. Os seus colaboradores mantêm os seus postos e, na maioria dos casos, as suas chefias. O que muda no primeiro dia é o mínimo que conseguirmos.
VI · Os anos seguintes
Não vendemos. A empresa passa a integrar um pequeno conjunto de empresas que tencionamos manter para sempre. Pode dar um passo atrás sabendo que aquilo que construiu ficará bem cuidado — e, se assim o desejar, pode manter-se envolvido pelo tempo que lhe convier.
O que procuramos
| Setor | Serviços de climatização, eletricidade e canalização |
|---|---|
| Dimensão | Entre 300 mil e 5 milhões de euros de resultados anuais |
| Onde | Portugal continental |
| Situação | Um proprietário pronto para dar um passo atrás, sem sucessor definido |
| O que evitamos | Recuperações, start-ups e tudo o que precise de ser salvo |
Se a sua empresa está próxima disto mas não exatamente, escreva-nos à mesma. São orientações, não barreiras.
Perguntas frequentes
O que muda na minha empresa?
O menos possível. A equipa, o nome e a localização mantêm-se. Não mudamos nada no primeiro dia que não tenha sido falado consigo, e o nosso instinto é sempre preservar o que já funciona.
E os meus colaboradores?
Mantêm os seus postos. Quem dirige a empresa no dia a dia continua, em regra, a dirigi-la. Compramos empresas pelas pessoas que nelas trabalham, e não apesar delas.
O nome mantém-se?
Em quase todos os casos, sim — o nome à porta faz parte do que estamos a comprar. Se alguma vez houver motivo para o mudar, falamos consigo primeiro.
Posso continuar envolvido?
Se assim o desejar, pelo tempo que lhe convier — alguns meses ou alguns anos. E se preferir entregar as chaves e afastar-se de forma tranquila, também não há problema.
É confidencial?
Sim. Cada conversa é reservada, desde o primeiro contacto, e nada é partilhado sem o seu acordo.
Compram a empresa toda?
Normalmente na totalidade. Se preferir manter uma participação ou ser pago ao longo do tempo, podemos acordar isso.
Como começamos?
Escreva-nos. Uma primeira conversa é reservada e não implica qualquer compromisso.
Se algo disto lhe interessa, escreva-nos para geral@grupocerne.pt.